Fonte: fe.unb.br
Este material surgiu no âmbito do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), uma iniciativa do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação em parceria com a UNESCO, UNICEF e UNFPA. Dirigido a adolescentes e jovens, o objetivo principal do projeto é desenvolver estratégias de promoção dos direitos sexuais e direitos reprodutivos, promoção da saúde, prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, do HIV e da AIDS, e a educação sobre álcool e outras drogas por meio de ações articulas no âmbito das escolas e das unidades básicas de saúde. A série HQ SPE compreende 6 volumes de histórias em quadrinhos, 1 guia para professores utilizarem as histórias em sala de aula e um CD-ROM. Conteúdo: 6 volumes de histórias em quadrinhos, 1 guia para professores, 1 CD-ROM.
domingo, 17 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Após cura funcional da aids em bebê norte-americano, estudo francês anuncia êxito em 14 adultos
Um estudo realizado na França revela que 14 adultos infectados pelo HIV parecem estar "funcionalmente curados" da AIDS, ou seja, ainda carregam pequenos reservatórios do vírus, mas não apresentam sintomas, apesar da interrupção do tratamento. Os investigadores acreditam que a chave para alcançar este resultado notável pode ser o início mais cedo possível do tratamento após a infecção.
A equipe começou a monitorar os 14 adultos quando eles recebiam medicamentos antirretrovirais, dentro de 10 semanas após a infecção pelo HIV. Os pacientes interromperam o tratamento, em média, cerca de três anos mais tarde (as drogas foram retirados sob supervisão médica).
Até agora, afirmam os pesquisadores, os pacientes têm sido capazes de manter a carga viral sob controle por uma média de 7,5 anos, sem tratamento medicamentoso adicional.
Uma das razões para o HIV ser tão difícil de lidar é que depois de uma infecção aguda, o vírus estabelece reservatórios em células hospedeiras que permitem esconder e voltar. Mesmo após anos de tratamento, uma vez que as drogas são retiradas, a maioria dos pacientes tem retorno da infecção.
No entanto, há uma pequena minoria de doentes infectados com HIV (menos de 1%), nos quais o vírus praticamente desaparece, sem a ajuda de tratamento. Conhecidos como "controladores de HIV", estes pacientes espontaneamente reduzem consideravelmente sua carga viral e mantém o controle do vírus a longo prazo, para níveis praticamente indetectáveis.
Assim, os pesquisadores se perguntaram se é possível transferir os mecanismos dos ` controladores de HIV` para outros pacientes. Contudo, o que o trabalho revela é que parece haver um outro grupo de pessoas, que os pesquisadores chamam de "controladores de elite", ou "controladores pós-tratamento", geneticamente distintos de controladores de HIV, cujos corpos ainda têm níveis detectáveis de HIV após anos de infecção, mas, quando o tratamento é retirado, estes níveis permanecem sob controle e não causam sintomas.
Desse modo, enquanto os ` controladores de elite` não são curados da mesma forma que os ` controladores de HIV` , eles são "funcionalmente curados" na medida em que ainda carregam uma quantidade quase imperceptível de HIV, mas não tanto quanto a quantidade que causa a doença.
Os pesquisadores sugerem que o início da terapia antirretroviral durante a fase primária da infecção pode ser a chave para essa cura funcional, pois parece reduzir os reservatórios virais, preservar as respostas imunes dos pacientes e protegê-los da ativação imune crônica.
Alguns dos 14 pacientes não apenas mantiveram suas cargas virais sob controle, mas também conseguiram reduzi-las.
Outro estudo recente mostrou a primeira vez que um bebê HIV positivo tratado logo após o nascimento foi funcionalmente curado. No momento da comunicação dos resultados, o bebê tinha 2,5 anos de idade e não mostrou nenhum sinal de vírus ativo.
Até agora, afirmam os pesquisadores, os pacientes têm sido capazes de manter a carga viral sob controle por uma média de 7,5 anos, sem tratamento medicamentoso adicional.
Uma das razões para o HIV ser tão difícil de lidar é que depois de uma infecção aguda, o vírus estabelece reservatórios em células hospedeiras que permitem esconder e voltar. Mesmo após anos de tratamento, uma vez que as drogas são retiradas, a maioria dos pacientes tem retorno da infecção.
No entanto, há uma pequena minoria de doentes infectados com HIV (menos de 1%), nos quais o vírus praticamente desaparece, sem a ajuda de tratamento. Conhecidos como "controladores de HIV", estes pacientes espontaneamente reduzem consideravelmente sua carga viral e mantém o controle do vírus a longo prazo, para níveis praticamente indetectáveis.
Assim, os pesquisadores se perguntaram se é possível transferir os mecanismos dos ` controladores de HIV` para outros pacientes. Contudo, o que o trabalho revela é que parece haver um outro grupo de pessoas, que os pesquisadores chamam de "controladores de elite", ou "controladores pós-tratamento", geneticamente distintos de controladores de HIV, cujos corpos ainda têm níveis detectáveis de HIV após anos de infecção, mas, quando o tratamento é retirado, estes níveis permanecem sob controle e não causam sintomas.
Desse modo, enquanto os ` controladores de elite` não são curados da mesma forma que os ` controladores de HIV` , eles são "funcionalmente curados" na medida em que ainda carregam uma quantidade quase imperceptível de HIV, mas não tanto quanto a quantidade que causa a doença.
Os pesquisadores sugerem que o início da terapia antirretroviral durante a fase primária da infecção pode ser a chave para essa cura funcional, pois parece reduzir os reservatórios virais, preservar as respostas imunes dos pacientes e protegê-los da ativação imune crônica.
Alguns dos 14 pacientes não apenas mantiveram suas cargas virais sob controle, mas também conseguiram reduzi-las.
Outro estudo recente mostrou a primeira vez que um bebê HIV positivo tratado logo após o nascimento foi funcionalmente curado. No momento da comunicação dos resultados, o bebê tinha 2,5 anos de idade e não mostrou nenhum sinal de vírus ativo.
domingo, 3 de março de 2013
VOCÊ SABIA?
Que uma em cada 4 pessoas que vivem com o HIV no Brasil desconhecem essa condição?
Estima-se que 135 mil brasileiros não sabem que são soropositivos, o que implica início tardio do tratamento e aumento das chances de transmissão do vírus.
A presença do HIV no sangue só pode ser constatada de 30 a 60 dias após a exposição ao vírus. Por isso, se você fez um teste e ele deu negativo, aguarde 30 dias e refaça o exame.
Não fique na dúvida. Fique sabendo. Faça o teste.
Se você é soropositivo, siga corretamente o tratamento!
É preciso tomar os remédios prescritos pelo médico nos horários corretos, manter uma boa alimentação, praticar exercícios, comparecer ao serviço de saúde nos dias marcados, entre outros cuidados.
É preciso tomar os remédios prescritos pelo médico nos horários corretos, manter uma boa alimentação, praticar exercícios, comparecer ao serviço de saúde nos dias marcados, entre outros cuidados.
Quando o paciente não segue todas as recomendações médicas, o HIV pode ficar resistente aos medicamentos. Cuide-se!
Lembrando que o teste rápido serve para HIV, sífilis e hepatite B, utilizando apenas uma gotinha de sangue.
sábado, 2 de março de 2013
Condiloma Acuminado - Imagens 2
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Herpes genital
O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível causada pelo Herpes simplex vírus do tipo 2, principalmente, ou tipo 1. Caracteriza-se por meio de pequenas e dolorosas lesões na pele e mucosa desta região, que desaparecem espontaneamente cerca de uma semana após seu surgimento. Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas, mas podem transmitir a doença.
Além da transmissão por via sexual, inclusive em modalidades anal e oral, bebês podem ser infectados no momento do parto, de mães adoecidas. Contato direto com lesões ou objetos contaminados são outras formas de contágio. O período de incubação varia entre um e 26 dias, aproximadamente.
Ardor, coceira, formação de ínguas e formigamento podem ocorrer antes do surgimento das vesículas, estas que se apresentam agrupadas. No homem, aparecem mais frequentemente no prepúcio e na mulher, nos grandes e pequenos lábios, clitóris e colo uterino. Em ambos, pode haver corrimento e ardência ao urinar, mal-estar e febre.
Ardor, coceira, formação de ínguas e formigamento podem ocorrer antes do surgimento das vesículas, estas que se apresentam agrupadas. No homem, aparecem mais frequentemente no prepúcio e na mulher, nos grandes e pequenos lábios, clitóris e colo uterino. Em ambos, pode haver corrimento e ardência ao urinar, mal-estar e febre.
Dificilmente é eliminada do organismo, pois o patógeno tende a migrar pela raiz nervosa, alojando-se em gânglios neurais. Desta forma se manifesta, geralmente, em períodos em que o indivíduo está com baixa imunidade.
Para diagnóstico, exame físico e uma boa conversa com o médico podem ser suficientes para detectar a doença. Analgésicos e anti-inflamatórios são receitados pelo médico para alívio da dor. Antibióticos para uso tópico e limpeza com soro fisiológico também são indicados.
O uso da camisinha e a higienização da região genital antes e depois da relação sexual podem prevenir o herpes genital. Mulheres que pretendem engravidar ou que estão grávidas devem buscar informações a fim de evitar a possibilidade de transmissão deste vírus aos bebês.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Projeto DST/AIDS
Como vocês podem acompanhar pelo nosso blog, fazemos parte do projeto DST/AIDS, que tem como principal objetivo levar informação e educação em saúde.
Estamos com uma vaga a ser preenchida, a qual será realizada uma seleção.
Estamos com uma vaga a ser preenchida, a qual será realizada uma seleção.
Os alunos interessados deverão estar cursando o terceiro ou quarto período. Deve também gostar de trabalhar com o público e com a área de saúde.
O projeto trabalha por meio de palestras, campanhas e distribuição de materiais educativos.
Os interessados, deixar nome, período e email para posterior seleção.
Recife e Salvador realizam mais de oito mil testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites virais
Ação voltada ao diagnóstico precoce aconteceu nas duas capitais durante o Carnaval e contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha
Mais de oito mil testes de HIV, sífilis, hepatites B e C. Esse foi o saldo do Fique Sabendo – ação de mobilização direcionada à ampliação do diagnóstico precoce dessas doenças – em Salvador e no Recife, durante os quatro dias de Carnaval.
Na capital baiana, o Fique Sabendo funcionou em três pontos. No bairro da Barra, foram realizados 2.012 testes para os quatro agravos. No Pelourinho, 1.888 exames e na Liberdade, outros 1.380, totalizando 5.280. Foram diagnosticados 16 casos de HIV, 84 de sífilis, sete de hepatite B e 14 de hepatite C.
De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de DST e Aids de Salvador, Maria do Socorro Chaves, além da testagem rápida, foram distribuídos 1.458.984 preservativos nas 11 equipes móveis nos três circuitos da folia em Salvador.
Nos três pontos do Fique Sabendo em Recife – Arsenal, Jardim São Paulo e Ibura – foram realizados 3.527 testes. Vinte pessoas tiveram resultado positivo para HIV, 60 para sífilis, duas para hepatite B e quatro para hepatite C.
“Foram mais de 50 profissionais envolvidos na testagem. E, pela primeira vez no Carnaval do Recife, realizamos os quatro testes rápidos ao mesmo tempo. Toda a equipe está de parabéns”, comemorou o coordenador do Programa Municipal de DST/Aids do Recife, Acioli Neto.
Segundo ele, também foram distribuídos cerca de 800 mil preservativos masculinos, 50 mil porta-camisinhas e 30 mil bandanas. Na capital pernambucana houve 60 apresentações teatrais sobre prevenção às DST/aids em vários pontos da cidade durante o Carnaval.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou das ações do Fique Sabendo, para realizar a testagem e prestigiar o envolvimento dos profissionais de saúde, que trabalharam durante todos os dias da festa. Além de visitar a ação de mobilização em Recife e em Salvador, Padilha esteve no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde também participou das atividades desenvolvidas pelos estados voltadas à prevenção e à realização dos testes rápidos.
O governo federal trabalha com a política de ampliar o acesso ao diagnóstico precoce já há um bom tempo. E tem pressa, de acordo com o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. “Nosso objetivo é diagnosticar as cerca de 150 mil pessoas no Brasil que têm HIV e ainda não sabem disso. O diagnóstico precoce seguido do acesso à terapia antirretroviral e do acompanhamento clínico adequado são os grandes responsáveis por aumentar a qualidade de vida dos portadores do vírus”, afirmou.
Com a mesma confiabilidade do tradicional, o teste rápido é 100% nacional desde 2008, produzido pela Biomanguinhos/Fiocruz e pela Universidade Federal do Espírito Santo. Está disponível nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs) e nas ações do Fique Sabendo. O exame é realizado com apenas uma gota de sangue e o resultado sai em até 30 minutos. Caso seja positivo, a pessoa é encaminhada para tratamento nos serviços de referência.
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