sexta-feira, 17 de maio de 2013

DST TEM CURA?



É importante saber que nem toda DST (doença sexualmente transmissível) tem cura.
Alguns exemplos de DST que não tem cura são a aids e o herpes genital. Para estas existe somente controle. Contudo, a maior parte das DSTs apesar do incômodo que causam, podem ser curadas com o uso de antifúngicos, antibióticos ou pomadas como é o caso da gonorréia e a sífilis.Quem deve determinar de que DST se trata e qual é o seu tratamento é o médico ginecologista, no caso da mulher e o urologista, no caso do homem.

A gonorreia é uma das DSTs que mais demora para manifestar-se. Seus sintomas aparecem, em média, 3 semanas após o contágio. E se o indivíduo estiver contaminado, mesmo que o sintomas ainda não tenham se manifestado, ele pode transmitir a doença para outros, e o mesmo ocorre com várias outras doenças.
A melhor forma de evitar ser contaminado com alguma DST é usar o preservativo em todos os contatos íntimos. Assim, os órgãos genitais não entram em contato direto uns com os outros e o agente causador não é transmitido.
Quem sofre com alguma DST deve saber ainda que por vezes os sintomas da doença desaparecem, mas isto não significa que a doença tenha sido curada, e é preciso levar o tratamento até o último dia recomendado pelo médico.
Ao final do tratamento os exames complementares que identificaram inicialmente a doença devem ser repetidos, para certificar sua cura. 








sábado, 11 de maio de 2013

Número de mortes por Aids cai 24% entre 2005 e 2011 no mundo, diz ONU


Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentado nesta quarta-feira (18) aponta que o número de mortes por Aids em todo o mundo caiu 24% entre 2005 e 2011.
O total de óbitos passou de mais de 2,2 milhões há sete anos, quando atingiu o ápice, para 1,7 milhão no ano passado. O dado indica uma melhoria no tratamento com remédios antirretrovirais e na sobrevida dos pacientes.
Na década de 1980, o tempo de vida dos soropositivos era, em média, de cinco meses. Hoje, chega a dez anos ou mais.
Em 2011, a quantidade de novos infectados pelo vírus HIV foi de 2,5 milhões de pessoas, dado considerado baixo pela ONU. Ao todo, 34,2 milhões de pessoas no planeta são soropositivas. O número, relativo a 2011, é o maior já verificado pela entidade.Na opnião do coordenador brasileiro da Agência das Nações Unidas de Luta contra a AIDS(UNAIDS), o médico Pedro Chequer, a universalização do acesso ao tratamento da doença tem sido papel fundamental na sobrevida dos indivíduos contaminados.Nesse ponto, segundo ele, o Brasil apresenta conduta exemplar.
"Queremos acesso universal ao tratamento até 2015. Parte dessa vitória se deve ao Brasil. Desde os anos 1990, o país se mantém firme na política de tratamento, apesar de momentos de dificuldade econômica", disse Chequer.
A postura do Brasil, na opinião do representante da ONU, se reflete na cobertura de tratamento com medicação antirretroviral usada na América do Sul, com atendimento a 70% dos doentes. Esse é o maior alcance de todos os continentes.
O relatório da ONU também enfatiza a necessidade de combater a discriminação em relação à Aids. Chequer destaca que o preconceito ainda é um grande vilão, difícil de combater, contra a prevenção e o tratamento do HIV.
"Das nossas metas, uma das mais difíceis é zerar a discriminação", afirmou.

sábado, 4 de maio de 2013

VOCÊ SABIA?



Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?
Até o começo da década de 1990, a AIDS era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada. O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. 



Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?
O vírus da AIDS é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.



As chances de se contrair uma DST através do sexo oral são menores do que sexo com penetração?
O fato é que nenhuma das relações sexuais sem proteção é isenta de risco - algumas DST têm maior risco que outras. A transmissão da doença depende da integridade das mucosas das cavidades oral ou vaginal. Independente da forma praticada, o sexo deve ser feito sempre com camisinha.

É possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?
Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações do organismo durante semanas, até anos. Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e procurar regularmente o serviço de saúde para realizar os exames de rotina. 

Vale lembrar que o teste serve para identificar AIDS, sífilis e hepatites B e C. Apenas uma gotinha de sangue e você terá o resultado em apenas 30 minutinhos. Vale a pena, FIQUE SABENDO.

Onde se deve ir para fazer o tratamento de outras DST que não a AIDS?
Deve-se procurar qualquer serviço de saúde disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).


Sífilis tem cura?
Sim. A sífilis é uma doença de tratamento simples que deve ser indicado por um profissional de saúde. 

Que período de tempo é necessário esperar para se fazer a identificação de um possível caso de sífilis?
Os primeiros sintomas da sífilis são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas, que surgem entre a 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com pessoa infectada. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mas, mesmo sem sintomas, a doença pode ser diagnosticada por meio de um exame de sangue. 

Sífilis no pênis 
Sífilis na vagina

Quais os sintomas do condiloma acuminado (HPV)?
A doença se manifesta por verrugas nos órgãos genitais com aspecto de couve-flor e tamanhos variáveis.

Preciso de tratamento para HPV muito no início, porém, não tenho condições financeiras e tenho medo de que ele possa se tornar um verdadeiro e grande problema. Onde posso me tratar?
Diante da afirmativa do diagnóstico  de HPV, o tratamento deverá ser instituído no momento da consulta, todo o serviço público de saúde (Unidade Básica de Saúde), poderá avaliar qual tratamento a depender da fase clínica do HPV.
Ligue para o Dique Saúde (0800 61 1997) e informe-se sobre a localização da Unidade mais próxima da sua casa. 



Por que, em algumas situações, o preservativo estoura durante o ato sexual?
Quanto à possibilidade de o preservativo estourar durante o ato sexual, pesquisas sustentam que os rompimentos devem-se muito mais ao uso incorreto do preservativo que por falha estrutural do produto em si.

A camisinha é mesmo impermeável ao vírus da aids?
A impermeabilidade dos preservativos é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo realizado nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, esticou-se o látex do preservativo, ampliando-o 2 mil vezes ao microscópio eletrônico, e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo, ampliando-as 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhuma apresentou poros. Por causa disso, é possível afirmar que a camisinha é impermeável tanto ao vírus da AIDS quanto às doenças sexualmente transmissíveis.







domingo, 28 de abril de 2013

Mercosul discute HIV e aids em municípios de fronteiras

Representantes das secretarias estaduais e municipais e Ministério da Saúde irão definir um formulário integrado que será utilizado como instrumento de diagnóstico
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A situação do HIV e da aids nos municípios brasileiros que fazem fronteira com Argentina, Uruguai e Paraguai será discutida a partir desta quinta-feira (25), em Brasília. O propósito é fazer um diagnóstico da situação da epidemia em seis municípios das regiões Sul e Centro-Oeste que fazem fronteira com esses países.
Realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), o evento reúne, até amanhã, representantes das secretarias estaduais e municipais de Sant’Ana do Livramento, Barra do Quaraí e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Do Paraná vieram representantes da Saúde de Foz do Iguaçu e Guaraí, e do Centro-Oeste, de Ponta Porã (MS). Esses municípios integram os Comitês Fronteiriços do Mercosul. “As regiões de fronteiras são hoje um grande desafio para o enfrentamento da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis. Os países envolvidos precisam trabalhar de forma integrada e é isto que queremos: encontrar caminhos diferentes para atuar nessas áreas”, explica o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa.
A iniciativa é um dos resultados do Projeto Fronteiras do Mercosul, que busca promover uma política integrada de luta contra a epidemia de HIV nas regiões de fronteiras desses países. “Esse diagnóstico é importante para a identificação de medidas de cooperação técnica e política do Ministério da Saúde com os municípios e estados fronteiriços do Mercosul e, ainda, entre os países” reforça Eduardo Barbosa.
Na reunião, a partir da discussão do panorama da aids e do HIV nessas regiões, será definido um formulário integrado a ser utilizado como instrumento de diagnóstico. Posteriormente, esse instrumento será acordado na Comissão Intergovernamental de HIV/Aids da Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul (CIVIH), para a utilização por todos os Comitês.
Na próxima reunião da Comissão Intergovernamental de HIV e aids, prevista para os dias 27 e 28 de maio, em Montevidéu, Uruguai, os municípios de cada lado da fronteira, a partir de levantamento da situação prévia, consolidarão o diagnóstico juntamente com a cidade fronteira vizinha no Comitê de Fronteira.
Mais informações
Assessoria de Imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde
Tel: (61) 3315-7610/7624/7651/7616
E-mail: imprensa@aids.gov.br

segunda-feira, 22 de abril de 2013

SUS reduz de 21 para 18 anos idade para cirurgia de troca de sexo

O Ministério da Saúde vai reduzir de 21 para 18 anos a idade mínima para que um transexual possa fazer cirurgia de mudança de sexo na rede pública e de 18 para 16 a idade para início do tratamento hormonal e psicológico. Também passará a pagar a operação de troca de sexo feminino para masculino - o que ainda não era contemplado. Antes mesmo de ser publicada, a nova norma já causa polêmica. A informação foi veiculada  pelo Estadão.

A portaria, que será publicada nesta semana no Diário Oficial da União, vai incluir o pagamento de cirurgias para retirada de mamas, útero e ovários, além da terapia hormonal para crescimento do clitóris. O investimento inicial será de R$ 390 mil por ano. A cirurgia para construção do pênis (neofaloplastia) não será paga, pois a técnica ainda é considerada experimental pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

“Desde 2008, somos um dos únicos países do mundo a ofertar o tratamento para transexuais de maneira universal e pública. O salto agora é aumentar o acesso e ampliar a oferta de serviços que fazem a cirurgia, além de autorizar o acompanhamento em unidades ambulatoriais”, diz José Eduardo Fogolin Passos, coordenador-geral de média a alta complexidade do Ministério da Saúde.

O grupo técnico que cuidou da revisão da portaria chegou à conclusão de que a idade mínima para a realização da cirurgia de mudança de sexo é de 18 anos. Como o pré-requisito é ter feito ao menos dois anos de acompanhamento psicológico, foi necessário diminuir para 16 a idade para início do processo. E é exatamente essa redução que dividiu opiniões.

Para a médica Elaine Costa, do Ambulatório de Transexualismo do Hospital das Clínicas de São Paulo, a medida é correta. “O paciente que é trans aos 18 anos vai continuar trans aos 21. Exigir que a cirurgia só possa ser feita aos 21 vai aumentar em três anos o sofrimento dele. É totalmente desnecessário.”

A pesquisadora Regina Facchini, do Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, segue o mesmo raciocínio. “Quanto mais cedo esse paciente tiver acesso ao tratamento hormonal, melhor será para ele. A maioria se reconhece transexual muito cedo, ainda na adolescência. E, se ele não for acolhido e receber orientação e acompanhamento adequados, vai comprar hormônio clandestinamente.”



Cautela

Já Diaulas Ribeiro, promotor de Justiça de Defesa dos Usuários da Saúde do Distrito Federal e pioneiro na luta pelos direitos dos transexuais, critica a redução da idade para início do tratamento e da cirurgia. Para ele, o governo deveria ser mais prudente.

“O jovem de 16 anos pode ser emancipado para fins civis. Meu medo é o índice de arrependimento que pode surgir, já que o diagnóstico, em geral, é fechado com mais idade. Sou contra iniciar a terapia hormonal aos 16, pois se trata de um procedimento definitivo. Se a pessoa quiser desistir, não tem mais como voltar atrás”, avalia.

Ribeiro também pede cautela com relação à redução da idade para a cirurgia. “Juridicamente, não há problema nenhum em operar aos 18 anos, mas essa é uma via de mão única. Quanto mais tarde a cirurgia for feita, menor o risco de arrependimento”, pondera, defendendo que a intervenção só ocorra aos 25.

O tema ainda promete dar o que falar. “Com 18 anos, a gente vota, pode ser responsabilizado criminalmente, pode casar e dirigir. Por que não podemos fazer uma cirurgia?”, pergunta Leonardo Tenório, de 23 anos, presidente da Associação Brasileira de Homens Trans. “Acho que 16 anos é até pouco. Deveria ser 14. Quanto mais cedo começarmos, mais rápido nosso corpo ficará como gostaríamos que fosse.”

Demanda

Como a cirurgia de mudança do sexo feminino para masculino ainda não é remunerada pelo SUS, o Ministério da Saúde não sabe informar qual a atual fila de espera. Passos calcula que a demanda seja de pelo menos 100 pacientes por ano, considerando dados dos quatro únicos hospitais que fazem esse procedimento atualmente, com recursos próprios.

Uma das críticas em relação às novas regras do SUS é a falta de pagamento para a metoidioplastia - cirurgia de masculinização. A técnica consiste no fechamento da vagina, transformação dos grandes lábios em sacos escrotais (com implante de próteses) e na mudança da uretra para a ponta do clitóris, que é transformado em micropênis - e permite urinar de pé.

O Ministério da Saúde diz que a técnica não foi incluída porque ela nem sequer é citada na resolução do CFM. Em nota, porém, o conselho diz que “a possibilidade de cirurgia de transgenitalização para mulheres é considerada prática válida e segura, com exceção para a neofaloplastia”.

Para Tenório, as novas regras são um avanço, mas ainda não estão completas. “As mudanças são significativas, pois até então éramos invisíveis. Mas ainda não serão 100%.”

Fonte: Estadão



 
             

sexta-feira, 19 de abril de 2013

HPV






















Quais os sintomas do condiloma acuminado (HPV)?
A doença se manifesta por verrugas nos órgãos genitais com aspecto de couve-flor e tamanhos variáveis. È importante procurar um profissional de saúde, pois só ele pode indicar o melhor tratamento para cada caso. 




Preciso de tratamento para HPV muito no início, porém, não tenho condições financeiras e tenho medo de que ele possa se tornar um verdadeiro e grande problema. Onde posso me tratar?
Diante da afirmativa do diagnóstico  de HPV, o tratamento deverá ser instituído no momento da consulta, todo o serviço público de saúde (Unidade Básica de Saúde), poderá avaliar qual tratamento a depender da fase clínica do HPV.
Ligue para o Dique Saúde (0800 61 1997) e informe-se sobre a localização da Unidade mais próxima da sua casa.

A vacina contra o HPV está disponível no SUS?
Um comitê de Acompanhamento da Vacina, formado por representantes de diversas instituições ligadas à Saúde, avalia, periodicamente, se é oportuno recomendar a vacinação em larga escala no país. Até o momento, o comitê decidiu pela não incorporação da vacina contra o HPV no SUS.








sexta-feira, 5 de abril de 2013

Dia internacional da mulher


A campanha comemorativa ao Dia Internacional da Mulher 2013 traz depoimentos de mulheres soropositivas e portadoras de hepatites virais, ou que convivem com a doença.

As mensagens são de incentivo ao diagnóstico e à prevenção. Com os slogans “A vida pode ser positiva” para a AIDS e “Quebre o silêncio das hepatites com atitude” para as hepatites, a ação contém vídeos, cartazes e banners.



Voltada para as redes sociais, a ideia é compartilhar as dificuldades das mulheres em relação ao viver com AIDS e a ser portadoras de hepatites virais, por meio das suas histórias de vida.
O dia internacional da mulher é comemorado no dia 8 de março.

Seguem os vídeos. Muito interessantes, vale a pena conferir!