quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Índice aponta aumento de casos de infecção em pessoas acima de 50 anos. Sexualidade e uso de preservativo ainda são assuntos considerados tabu




Os medicamentos utilizados para a disfunção erétil e a reposição hormonal ajudam no desempenho sexual principalmente para pessoas acima de 50 anos. É justamente a partir dessa idade que as pessoas estão mais vulneráveis a contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o número de casos de DST/Aids nessa faixa etária aumentou 10% nos últimos cinco anos.
Dos 3.340 casos em Sergipe, 347 são de pessoas infectadas pelo HIV nessa faixa etária. A pesquisa aponta que a sensação de invulnerabilidade e o mito de que o idoso é assexuado são responsáveis por esse dado alarmante. Com a falta do hábito de ir ao médico com frequência para exames de rotina e diagnóstico precoce, os casos em homens somam 247. A quantidade de infecções nas mulheres também aumentou e já chega a 100. Para muitas delas, a vida sexual encerra quando ficam viúvas ou se separam dos seus parceiros.
A falta de diálogo sobre sexo entre os mais velhos é uma barreira que atrapalha o combate do avanço da DST/Aids. A comerciante Ineide Santos, 58 anos, confirma essa afirmativa. “Sou separada há 22 anos e nem sei o que falar sobre o uso desses métodos preventivos”, afirma.
A educação rígida, na maioria dos casos, tornou a sexualidade um assunto velado, cheio de mitos e preconceitos. “Meus pais nunca falaram comigo sobre isso e nem eu conversei com nenhuma das minhas três filhas por vergonha. Hoje em dia o que elas têm que saber a televisão e a escola ensinam. A única coisa que eu fiz foi pedir para elas terem juízo e não fazer nada de errado”, revela a comerciante Maria dos Santos, 63 anos.
De acordo com José Almir Santana, gerente do Programa Estadual de DST/Aids, até os próprios médicos não questionam sobre a vida sexual dos pacientes durante a consulta e nem dão orientações.
“O idoso não tinha o hábito de usar camisinha na juventude porque a iniciação sexual dele foi anterior à divulgação desse tipo de preservativo. Estudos do Ministério da Saúde revelam que a chance do idoso usar métodos preventivos é cinco vezes menor do que entre a população jovem”, destaca Almir. Segundo ele, uma equipe da SES vai às reuniões de grupos de idosos para levar a orientação e estimular o uso de preservativos femininos, masculinos e gel lubrificante.



O aposentado Everaldo de Araújo Silva, 69 anos, acredita que entre casais que têm uma relação estável a incidência do uso do preservativo é ainda menor. “Quando temos um compromisso com uma pessoa temos mais cuidados. Uma dessas responsabilidades é a fidelidade e isso diminui as chances de contrair doenças através do sexo, por isso o uso do preservativo acaba não se tornando tanto uma obrigação como em relações passageiras”, opina.
A incidência de infecção do HIV na faixa de 50 a 59 anos representa 76% do total de registros de AIDS em pessoas com mais de 50 anos. São 265 casos, dos quais 184 são homens e 81 em mulheres. Entre 60 e 69 anos são 70 casos e entre 70 e 79 anos, o número de pessoas infectadas soma nove entre homens e três em mulheres.
“Eu acho que todo mundo deve usar camisinha porque tudo é muito incerto. Não dá para saber quem tem a doença só em olhar para a cara dela. A discussão sobre esse assunto ainda é um tabu que precisa ser quebrado”, reforça o aposentado José Mariano de Melo Barbosa, que é casado.
Júcia Valeriano Santos, 65 anos, orienta os filhos sobre o uso de métodos preventivos. “É importante que as pessoas de todas as idades usem o preservativo porque você sabe da sua saúde, mas não sabe a trajetória e hábitos dos outros”, orienta.


domingo, 12 de janeiro de 2014

Escolas também terão vacinação contra o HPV

Meta do Ministério da Saúde é imunizar, até dezembro, 5 milhões de meninas entre 11 e 13 anos

 

Prevista para ser iniciada em março, a vacinação gratuita de meninas entre 11 e 13 anos contra o vírus HPV, que protege contra o câncer de colo de útero, deverá ser feita prioritariamente em escolas, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O anúncio foi feito durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, no qual o laboratório responsável pela produção do item entregou o primeiro lote de vacinas, com 4 milhões de doses. 
“Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão utilizar um espaço dentro da escola, outros vão concentrar nos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar nos municípios que as ações na escola devem ser priorizadas”, disse Padilha. A vacina só será aplicada com autorização dos pais ou responsáveis.
A expectativa do ministério é imunizar 5 milhões de meninas ainda neste ano, o que equivale a 80% da população dessa faixa etária. Para isso, o governo federal comprou 15 milhões de doses, já que cada jovem deve receber três delas para estar imunizada. Após a aplicação da primeira, a segunda é ministrada em dois meses e a terceira, em seis.
Segundo o Ministério da Saúde, foram investidos R$ 465 milhões na compra desses lotes. Uma parceria entre o laboratório Merck Sharp & Dohme (MSD) e o Instituto Butantan vai permitir que, em cinco anos, a fabricação do produto seja 100% nacional. Até agora, a vacina estava disponível apenas na rede particular, ao custo de R$ 1 mil as três doses.
Ampliação. Segundo o Ministério, a partir do ano que vem, a oferta da vacina será ampliada para meninas a partir dos 9 anos. “É muito importante que as doses da vacina sejam dadas antes de qualquer atividade sexual realizada”, disse Padilha.
O câncer de colo de útero é o segundo tipo de tumor mais comum entre as brasileiras. Mais de 5 mil mulheres morreram em decorrência da doença em 2011, último dado disponível.
A vacina que será distribuída na rede pública protege a mulher contra quatro tipos de vírus HPV. Dois deles (16 e 18) são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Higiene e Prevenção



Além de usar camisinha em todas as relações sexuais, não compartilhar seringas e outros objetos que furam ou cortam e fazer acompanhamento durante a gravidez, alguns cuidados com a higiene são importantes para se evitar a infecção de alguns tipos de hepatites virais (A e E) e outras doenças sexualmente transmissíveis:
·         Lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas e antes de comer ou preparar alimentos;
·         Lavar bem, com água tratada, clorada ou fervida, os alimentos que são consumidos crus;
·         Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos e frutos do mar;
·         Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras;
·         Orientar creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas para a adoção de medidas rigorosas de higiene, tal como a desinfecção de objetos, bancadas e chão utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária;
·         Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios, para não comprometer o lençol de água que alimenta o poço. Deve-se respeitar, por medidas de segurança, a distância mínima de 15 metros entre o poço e a fossa do tipo seca e de 45 metros, para os demais focos de contaminação, como chiqueiros, estábulos, valões de esgoto, galerias de infiltração e outros;
·         Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes e enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto;
·         Caso haja algum doente com hepatite A em casa, utilizar hipoclorito de sódio ou água sanitária ao lavar o banheiro;
·         Orientar também a lavagem dos alimentos, deixando-os na água tratada com hipoclorito de sódio por meia hora;
·         Exigir material esterilizado ou descartável nos consultórios médicos, odontológicos e de acupuntura;
·         Exigir material esterilizado ou descartável nas barbearias e nos salões de manicure/pedicure. O ideal é que cada pessoa tenha o seu kit de manicure/pedicure, composto de: tesourinha, alicate, cortador de unha, lixa de unha, lixa de pé, empurrador/espátula, palito, escovinha e toalha;
·         Exigir material esterilizado ou descartável nos locais de realização de tatuagens e colocação de piercings;
·         Não compartilhar escovas de dente, lâminas de barbear ou de depilar;
·         Não compartilhar equipamentos para uso de drogas (agulhas, seringas, cachimbos ou canudos);
·         Não compartilhar agulhas ou seringas, em outras situações;
·         Não compartilhas lençóis, toalhas e roupas íntimas, em qualquer situação;
·         Buscar atendimento médico se apresentar qualquer sinal ou sintoma da doença ou em caso de exposição a alguma situação de transmissão das hepatites virais;
·         Vacinar-se contra a hepatite B. São 3 doses que podem ser aplicadas em qualquer unidade básica de saúde. Para saber qual é a mais próxima da sua casa, ligue para o Disque Saúde (136).



Como tratar a água

Ferver ou colocar duas gotas de hipoclorito de sódio em um litro de água, meia hora antes de bebê-la, deixando o recipiente tampado para que o hipoclorito possa agir, tornando a água potável para o consumo. Na ausência do hipoclorito de sódio, pode-se preparar uma solução caseira com uma colher das de sopa de água sanitária a 2,5% (sem alvejante), diluída em um litro de água.


sábado, 4 de janeiro de 2014

Teste para aids por fluido oral será ofertado pelo SUS

O kit para realização do teste estará disponível em todas as campanhas do Fique Sabendo, em serviços do SUS que atendem as populações vulneráveis e nas farmácias da rede pública




Um novo teste rápido de AIDS realizado por fluido oral estará disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de março de 2014. O resultado sai em até 30 minutos. A portaria que normatiza a medida foi publicada nesta quarta-feira (18) pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. O novo diagnóstico será ofertado para a população em todas as campanhas do Fique Sabendo, nos serviços do SUS que atendem as populações vulneráveis e nas farmácias da rede pública. Testes com essa metodologia, que possuírem registro na Anvisa, também poderão ser vendidos em farmácias da rede privada. 
Inicialmente, o teste com fluido oral será utilizado por 40 ONG parceiras do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, que atuam em 21 estados e no Distrito Federal. Terão prioridade para utilização do novo método, durante esta fase inicial - prevista para março do próximo ano - as populações que apresentam maior vulnerabilidade à infecção pelo HIV (homens que fazem sexo com homens, gays, profissionais do sexo, travestis, transexuais, pessoas que usam drogas, pessoas privadas de liberdade e em situação de rua). 
“Em um segundo momento, o diagnóstico estará disponível para todas as pessoas que quiserem realizá-lo, inclusive como autoexame. A sua grande vantagem é a segurança e a confiabilidade, além de não necessitar de infraestrutura laboratorial”, explica o ministro da Saúde Alexandre Padilha.  
Na apresentação disponível nas farmácias, os testes terão uma bula explicativa, com informações detalhadas do passo a passo para a sua realização; orientações para procurar serviço de saúde, caso o resultado dê positivo; e o número de telefone disponível para responder a dúvidas. “As pessoas que, eventualmente, não se sentirem à vontade para ir a um centro de saúde ou a um laboratório, poderão fazer o teste com privacidade, em sua própria casa, no horário e da forma que quiserem”, ressaltou o ministro.



O kit para a realização do teste está sendo produzido pelo laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz e contém uma haste coletora descartável (swab) - de uso único - para obtenção de fluido oral; um frasco com solução, no qual é colocada a haste coletora após a obtenção da amostra; um frasco com o tampão de corrida de reação; e um suporte plástico de teste, em que ocorrerá a reação e a revelação do resultado.
Como pré-requisto para fazer o diagnóstico oral, é necessário que, nos 30 minutos anteriores, a pessoa evite ingerir alimento ou bebida, fumar ou inalar qualquer substância, escovar os dentes e usar antisséptico bucal. Também se deve retirar o batom e evitar realizar atividade oral que deixe resíduo. O fluido do teste oral é extraído da gengiva e do começo da mucosa da bochecha, com o auxílio da haste coletora. O resultado sai em até 30 minutos. O aparecimento de uma linha vermelha significa que a amostra não é reagente. Duas linhas vermelhas indicam que naquela amostra há anticorpos anti-HIV, ou seja, o teste é positivo. 



MANUAL - A portaria também aprova o novo Manual Técnico para Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Crianças. O documento complementa os procedimentos para a realização de testes de HIV no país.  “A portaria atualiza a forma técnica do diagnóstico do HIV para nos adequarmos aos avanços alcançados nesse campo nos últimos anos. O objetivo é tornar mais fácil a sua interpretação pelos profissionais de saúde”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Segundo o secretário, a principal meta é possibilitar a ampliação da testagem e do acesso mais rápido e eficiente a todos que buscam o diagnóstico. “Isso permitirá que os profissionais e serviços façam escolhas adequadas à sua realidade local, de modo a viabilizar o acesso de todos os indivíduos que desejam conhecer seu estado sorológico”, observa Jarbas Barbosa.  
Outra novidade do Manual é a possibilidade de confirmação do diagnóstico rápido de HIV, com um segundo teste, também rápido, que permite a redução do tempo de entrega do resultado ao paciente. Atualmente, a confirmação do diagnóstico de HIV é feita por meio dos testes Elisa e Western Blot.

“Anteriormente, quando a pessoa realizava o exame em laboratório, e o Elisa dava positivo, era feito um teste complementar do tipo Western Blot. Com o avanço tecnológico, esse exame ficou ultrapassado. Por essa razão, na nova portaria - quando o teste inicial feito no laboratório der positivo - o teste complementar recomendado a partir de agora é o teste molecular”, explica o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita. 


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Jovens acreditam que anticoncepcional evita DSTs, diz pesquisa

 

Um estudo que ouviu 30 mil pessoas em 37 países concluiu que o uso de camisinha na primeira relação aumenta em três vezes o uso de proteção ao longo da vida e o Brasil, que correspondeu a 66% dos entrevistados, foi o país no qual a maior parte das pessoas disse ter usado proteção na primeira vez.

De acordo com o levantamento, entre os brasileiros, as chances de contrair uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) ou de ter uma gravidez não planejada é duas vezes menor do que entre aqueles que não usaram camisinha na primeira vez. A educação sexual tem muita relação com estes resultados, uma vez que, entre os que não receberam nenhum tipo de orientação, as chances de não utilizar nenhum tipo de proteção durante relações sexuais aumentam duas vezes.
O objetivo do estudo Durex Global Face do Sex, que ouviu pessoas com idades entre 18 e 64 anos, era entender os impactos da orientação e educação sexual na infância e adolescência no comportamento sexual, além das particularidades de cada país, e avaliar os efeitos do uso da camisinha na primeira relação. No Brasil, foram ouvidas 1.004 pessoas (54% homens e 46% mulheres)  e os números mostraram que é o país no qual as pessoas afirmam ter usado proteção desde a primeira experiência sexual.
A educação sexual também começa mais precocemente no País, antes dos 13 anos, enquanto que crianças e adolescentes de outros países começam aos 14 anos. Na Índia, por exemplo, a educação sexual começa a partir dos 16 anos. “Nossa vida sexual começa mais cedo, e o que acaba acontecendo é que acabamos oferecendo educação sexual para os nossos adolescentes em cima da hora, quando estão com a vida sexual iniciada ou prestes a iniciar”, avalia a coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, psiquiatra Carmita Abdo.

Segundo ela, esta falta de informação faz com que alguns jovens acreditem que as pílulas anticoncepcionais previnam não apenas uma gravidez, como também a transmissão de doenças sexuais. “Porque acaba tendo esse problema da falta de conscientização maior, ou falta de conhecimento, e é incrível como alguns jovens acreditam que a pílula anticoncepcional pode proteger de doenças sexualmente transmissíveis, em algumas regiões do País esses desconhecimento chega a esse ponto”.
Segundo Drª Carmita, estudos mostram que jovens que tiveram educação sexual não começam a ter relações mais precocemente porque “eles começam mais orientados, escolhem melhor os parceiros, se guiam por uma decisão pessoal e não por pressão do grupo”, explica. Apesar da educação sexual no Brasil começar em média aos 13 anos, a psiquiatra considera que ainda não está adequada a com a realidade local, uma vez que a iniciação começa a partir dos 15 anos, em média, ”mas se sabe que existem adolescentes que começam com 12, 13, 14 anos...”.

“O dia em que conseguiremos a educação sexual ideal será o dia em que isso acontecerá na família, porque os pais conhecem seus filhos e desde os 3, 4 anos, as crianças começam a ter curiosidade, fazem suas primeiras perguntas, que muitas vezes não vão sendo respondidas, e dão a impressão de que é um assunto que não é bem quisto, e que não deve continuar", concluiu.



domingo, 22 de dezembro de 2013

Estudo usa radiação para matar HIV e pode levar a novo tratamento

Cientistas usaram radioimunoterapia para destruir populações de vírus HIV em amostras de sangue de pacientes que passam pelo tratamento antirretroviral. O estudo foi apresentado nesta terça-feira no encontro da Sociedade Radiológica da América do Norte e pode levar a uma estratégia para a cura total da AIDS.
O tratamento com antirretrovirais transformou a vida de pacientes infectados pelo HIV. Os medicamentos suprimem a multiplicação do vírus no corpo e fazem com que os pacientes tenham uma vida quase normal. Os remédios, contudo, não conseguem acabar com a presença do vírus no organismo, que forma "reservas" que voltam a se multiplicar se o tratamento for suspenso. Outra incapacidade do tratamento com antirretrovirais é ultrapassar a barreira hematoencefálica. Nosso cérebro é protegido por essa barreira, que impede a entrada de boa parte das substâncias do corpo - assim como os medicamentos contra a AIDS. O vírus, então, se aloja no órgão, causando desordens cognitivas e declínio mental.
No estudo, Ekaterina Dadachova, professor do Colégio de Medicina Albert Einstein, em Nova York, liderou um time de pesquisadores que usaram amostras de sangue de 15 pacientes com HIV. Eles testaram então a radioimunoterapia, geralmente empregada no combate ao câncer, no sangue coletado. O tratamento consiste em usar células clonadas do sistema imunológico, combinadas com isótopos radioativos. As células são programadas para perseguir células com o vírus e "entregar" a partícula radioativa. "Na radioimunoterapia, os anticorpos são vinculados a células infectadas e as matam por radiação", diz Dadachova. 
Os pesquisadores "miraram" em uma proteína encontrada na superfície de células infectadas pelo vírus e usaram partículas de bismuto-213 para mata-las. Ao analisarem as amostras, o vírus não foi mais detectado. Os cientistas usaram um modelo da barreira hematoencefálica in vitro e descobriram que a radioimunoterapia consegue ultrapassá-la. O próximo passo, afirma Dadachova, é testar o tratamento em pacientes.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

CUIDADO com notícias falsas!!

Anda correndo pela internet a seguinte notícia que muito nos preocupou e sabendo como as notícias correm por esse veículos de comunicação, vamos deixar bem claro que isso não passa de uma FARSA, como muitos textos e notícias que correm por ai, venho aqui mostrar alguns argumentos que contradiz esse texto: 




O HIV é um vírus inofensivo e não transmite a AIDS”, afirma ganhador do Nobel

O doutor Peter Duesberg é agora “persona non grata” para a indústria da AIDS, e tudo porque ele provou que o HIV não transmite a AIDS.
Professor de Biologia Molecular da Universidade da Califórnia, Peter Duesberg teve a coragem de desafiar a indústria da AIDS, que é formada pelos produtores de medicamentos alopatas, de preservativos e pela medicina mercantilista – que vive da doença; não vive da saúde.
Ele mantém 4 mil pacientes diagnosticados como portadores do HIV, ou seja, os chamados soropositivos, que não tomam remédio algum; são proibidos de tomar remédio.
Não são 4.
Não são 40.
Não são 400.
São 4.000 pacientes e em quase a metade dele o HIV desapareceu espontaneamente, o que levou o doutor Peter Duesberg a concluir que a AIDS decorre exatamente do remédio que se toma para combater o HIV.
Eu li o trabalho do doutor Peter Duesberg e confesso que cheguei ao orgasmo da satisfação pessoal, porque, ainda que me falte engenho e arte, eu sempre desconfiei da existência de um submundo por trás da AIDS – um negócio lucrativo, por certo.
Segundo o doutor Peter, o HIV ( Human Immunodeficiency Virus )”é um vírus passageiro e inofensivo, existente muito antes da epidemia de AIDS”.
De fato, o HIV foi identificado e isolado em 1938 pelos cientistas Robert Gallo e Lue Montagnier e a AIDS é uma “invenção” da década de 1980.
O professor Peter Duesberg concorda que o HIV pode ser transmitido no ato sexual, mas, em relação à AIDS, ele provou que se trata apenas do “marcador substituto” – ou seja, é a variável intimamente relacionada com outra, que é a verdadeira causa da doença.
E, agora, pasmem! O doutor Peter Duesberg disse que “o consumo de drogas ( remédios ) equivocadamente usada para combater o HIV, leva à AIDS”.
Não por coincidência, todos que morreram de AIDS estavam sob cuidados médicos.
E, agora, pasmem novamente com o que disse o doutor Peter:
-“O AZT e outras drogas usadas para combater o HIV estão, na verdade, provocando a doença (AIDS) em pessoas que seriam HIV positivas saudáveis”.
Ao ler o trabalho do doutor Peter Duesberg eu me lembrei da música do Chico Buarque de Holanda, “Fado Tropical”, que diz assim:
- Todos nós herdamos do sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo, além das sífilis, é claro.
Ou seja: o HIV pode estar presentes no sangue e isto não quer dizer que a pessoa está condenada. E como ensina o doutor Peter, não deve jamais tomar remédio para combater o HIV.
Portanto, se um dia eu for diagnosticado como soropositivo eu nem me preocupo. E se vierem me dar remédio para combater o HIV eu chamo o doutor Peter.
Ah! Ia esquecendo de dizer que o doutor Peter Duesberg tem o apoio de dois prêmios Nobel de Química e acaba de ser contratado pelo governo da África do Sul para coordenar o programa de combate à AIDS.
E por que a tese dele não se alastrou?
Porque a mídia capitalista também depende da indústria da AIDS, pois é de lá que vem as gordas verbas publicitárias.
Então, gente, vamos deixar de paranoia e procurem ler o trabalho do doutor Peter. Apesar de ele ter sido considerado “persona non grata” pela indústria da AIDS, não conseguiram ( ainda ) destruir o trabalho dele.

Por Ailton Vilanova

http://valeagoraweb.com.br/mundo/bomba-o-hiv-e-um-virus-inofensivo-e-nao-transmite-a-aids-afirma-ganhador-do-nobel/

Os fatos são:

1-Peter Duesberg nunca ganhou o Prêmio Nobel. Foi eleito, em 1986, para a Academia Nacional de Ciência, por ter isolado, pela primeira vez, o gene do câncer, com seu trabalho com retrovirus na década de 70.


2-O vírus da HIV foi identificado por Robert Gallo e Lue Montagnier em 1986 e não 1938, até mesmo porque Gallo nasceu em 1937, e por mais gênio que seja, com certeza não estaria pequisando vírus com um ano de idade.


3-Peter Duesberg não tem, nem nunca teve pacientes, tomando remédios ou não, pois seu trabalho de pesquisa é puramente microcelular. É Professor de Bioquímica, Biofísica e Biologia Estrutural, e sua página é a seguinte: http://mcb.berkeley.edu/labs/duesberg/. O que ele fez foi SUGERIR um estudo para as Forças Armadas nos EUA, para que checassem todos os novos recrutas para ver qual tinha HIV. Aí, para metade deles seria dada medicação convencional, e para outra metade, não, observando o que acontecia em ambos os grupos. Tal estudo nunca foi feito dado as óbvias implicações ético/morais do mesmo, apesar de ser sabido que as forças armadas fizeram estudos absurdos nas décadas de 40 e 50, depois, por clamor popular, não sei se tomaram jeito, sei que agora seguem protocolos universais de ética em pesquisa.


4-Peter Duesberg nunca disse que são os remédios que causam AIDS, até mesmo porque, milhares morreram ANTES do advento de qualquer medicação. O que ele fez foi estudar gráficos do abuso de drogas ilícitas durante os anos 60 e 70, superimpôs citados gráficos a outros ilustrando o crescimento da epidemia de AIDS e encontrou correlação entre ambos, não exatamente a respeito do abuso das ditas drogas, mas a respeito da intensidade e do tipo de drogas usadas, principalmente entre homens homossexuais, descobrindo que, muitos dos homeosexuais que desenvolveram AIDS, tinham longa história de abuso de drogas, principalmente uma apelidada de “popper”, que é nitrito, droga usada para tratar doenças cardíacas, a qual, não só provoca “barato”, como também relaxa os musculos anais, coisa que facilitava o intercurso. Ora, o nitrito é carcinogênico potente, e daí o Duesberg relacionou e tentou explicar o por que, homossexuais masculinos desenvolviam o sarcoma de Kaposi, enquanto que outros grupos de risco como hemofílicos e heterosexuais drogadependentes raramente o tinham. Em 1986, após 2 anos de pequisas, achou que a teoria do HIV a respeito da AIDS estava errada, e escreveu um artigo sobre o assunto


5-Peter Duesberg nunca foi contratado pelo governo da Africa do Sul, ou por qualquer outro, foi citado pelo Presidente Thabo Mbeki, da Africa do Sul, quando este tentou negar o uso de ARV por pacientes aidéticos.




Bom, como pode-se ver a pessoa que publicou esse texto não tem conhecimento nenhum, Dr. Drauzio Varella fala sobre o tratamento e como a vida dos portadores melhoraram depois que os medicamentos foram descobertos: 

TRATAMENTO DA AIDS



Ricardo Hayden é médico infectologista e coordenador do programa DST-AIDS da Secretaria Municipal de Santos.
  • Quando a AIDS surgiu no Brasil no início dos anos 1980, era uma doença de difícil tratamento. Embora suas primeiras manifestações pudessem ser consideradas infecções banais como dores de garganta, sinusite ou pequenos episódios de pneumonia, à medida que a enfermidade progredia, elas se tornavam mais agressivas e frequentes. Na etapa final, o doente pegava cinco ou seis infecções oportunistas de uma só vez, não reagia e acabava morrendo depois de longo sofrimento. Todos se lembram do aspecto daqueles doentes de rosto encovado, sem gordura nenhuma no corpo, caquéticos, chegando à fase terminal da evolução dessa enfermidade
Ao redor de 1995-1996, a imagem da AIDS modificou-se completamente com a chegada de remédios mais eficazes para seu tratamento. Atualmente, não se veem mais pacientes com essas características morrendo de AIDS. Pode-se dizer até que, graças à medicação existente, ela se transformou numa doença de certa forma crônica e controlável, o que lhes permite levar vida normal.
Os novos medicamentos visam à destruição do vírus HIV, um organismo minúsculo revestido por uma carapaça externa na qual se localizam proteínas que o ajudam a ligar-se à célula que vai infectar. Para ter-se uma ideia, numa única célula cabem milhões de partículas virais.
O HIV possui um genoma bastante simples: são apenas nove genes, uma quantidade insignificante se considerarmos os milhares do genoma humano, e são esses genes que ele usa para replicar-se, isto é, para fazer cópias de si mesmo. Para que esse processo se complete, faz-se necessária a presença de várias enzimas, substâncias que os remédios contra a AIDS atacam na tentativa de impedir a multiplicação do vírus.
IMPACTO CAUSADO PELOS NOVOS MEDICAMENTOS
Drauzio – Essa mudança que ocorreu na evolução da doença foi bastante drástica, não é mesmo?
Ricardo Hayden – Sem dúvida alguma, os novos medicamentos causaram um impacto extremamente positivo na redução da mortalidade e das infecções oportunistas. Como consequência, os pacientes antes estigmatizados por suas mudanças corporais hoje podem gozar boa qualidade de vida. Por outro lado, o número de internações hospitalares e o uso dos hospitais-dia reduziram-se bastante. O tratamento tornou-se muito mais ambulatorial permitindo que o indivíduo permaneça em casa, volte ao sistema produtivo de trabalho, viva a vida, enfim.
RELAÇAO TESTE/TRATAMENTO
Drauzio – Há 20 anos, muitas pessoas se recusavam a fazer o teste para AIDS porque achavam que nada poderia ser feito se estivessem infectadas e, na ignorância, continuavam agindo como se nada houvesse acontecido. Hoje, saber da existência do tratamento deve representar razão decisiva para fazer o teste, você não acha?
Ricardo Hayden – Esse é um argumento usado no Centro de Testagem e nos consultórios também. O teste é oferecido com a possibilidade de, uma vez detectado o problema, poder tratar do portador do vírus adequadamente, impedindo que a doença avance e atinja estágios mais complicados. Por isso, ele é a grande arma no combate à AIDS. De todas as formas, temos procurado estimular ao máximo sua realização, criando até dias nacionais de testagem.
Outro passo importante foi começar a aplicá-lo nas mulheres grávidas, conduta absolutamente indispensável, pois, na eventualidade de ser identificada uma gestante portadora do HIV, existem recursos para impedir que o vírus contamine a criança.
Drauzio – Essa mudança que ocorreu na evolução da doença foi bastante drástica, não é mesmo?
Ricardo Hayden – Sem dúvida alguma, os novos medicamentos causaram um impacto extremamente positivo na redução da mortalidade e das infecções oportunistas. Como consequência, os pacientes antes estigmatizados por suas mudanças corporais hoje podem gozar boa qualidade de vida. Por outro lado, o número de internações hospitalares e o uso dos hospitais-dia reduziram-se bastante. O tratamento tornou-se muito mais ambulatorial permitindo que o indivíduo permaneça em casa, volte ao sistema produtivo de trabalho, viva a vida, enfim.
FASE ADEQUADA PARA A INTRODUÇÃO DO COQUETEL
Drauzio – Há ainda controvérsias entre os médicos sobre qual o momento ideal para iniciar-se o tratamento da AIDS. Mudou radicalmente o conceito de que se deveria combater a doença o quanto antes e com todas as armas possíveis, não é?
Ricardo Hayden – Mudou. Houve um tempo que coincidiu com a popularização desse coquetel de novas drogas em que a palavra de ordem era atacar o quanto antes a doença. Dava-se, inclusive enorme importância à carga viral, isto é, à quantidade de vírus circulando no organismo. Isso foi abandonado. Em relação à carga viral, o pêndulo virou para as células CD-4, que são as células de defesa do organismo. Antes, o consenso era introduzir os medicamentos quando o número de células fosse inferior a 500. Atualmente se estipula que o tratamento deve iniciar-se quando o nível das CD-4 estiver abaixo de 350 por milímetro cúbico e ainda se discute se não se deveria esperar que baixasse um pouco mais, considerando que até o número atingir duzentas, duzentas e poucas células, não costuma ocorrerem infecções oportunistas. No entanto, os casos que constituem exceção, como a incidência de pneumonias associadas à AIDS, requerem a antecipação do tratamento.
Retardar seu início tem a vantagem de impedir que o vírus adquira resistência à medicação mais precocemente e de evitar complicações futuras em relação à condução do próprio tratamento.
Drauzio – Só queria lembrar, a título de informação, que uma pessoa normal tem acima de 700 células CD-4. Na AIDS, embora alguns indivíduos apresentem uma evolução mais rápida da doença, a queda costuma ser lenta e progressiva e pode demorar de 4 a 5 anos para atingir os níveis de 300, 350 células. Isso tem impacto nos custos e na aderência do portador do vírus ao tratamento, porque faz diferença o tempo maior ou menor que o paciente deve tomar os remédios, não é verdade?
Ricardo Hayden – Sem dúvida. Outra discussão que se levanta é a respeito do comportamento desses pacientes. Alguns questionam: “Se estou bem, não estou sentindo nada por que devo iniciar o tratamento?”, enquanto outros desejam começar imediatamente e é difícil convencê-los de que ainda não chegou o momento certo. No entanto, a maioria prefere retardar a introdução dos medicamentos, porque conhece seus efeitos colaterais a médio e a longo prazo. Entre eles destacam-se a lipodistrofia, ou seja, as modificações na distribuição da gordura corporal, o aumento da gordura circulante e do colesterol, diarreia, náuseas e, às vezes, diabetes tipo II.
COMPORTAMENTO DOS INFECTADOS
Drauzio – É importante repetir que se pode protelar o início do tratamento, mas nunca a testagem. E, quando o teste der positivo, o que a pessoa deve fazer?
Ricardo Hayden – É fundamental fazer o teste e procurar um especialista se a resposta for positiva. Muitos indivíduos se envergonham desse resultado e reagem negativamente. Escondem o fato da família, ou entram em depressão e deixam o barco correr, imaginando que a morte é apenas uma questão de tempo.
Estão muito enganados. O teste abre o caminho da esperança, do tratamento, de uma vida melhor e mais longa. Admitir que está contaminado pelo vírus HIV pode representar um aumento de muitos anos na expectativa de vida, desde que se tomem as medidas que o tratamento moderno possibilita. Além disso, existem pessoas não progressoras da infecção que, mesmo sem tomar medicamentos, mantêm o vírus controlado e as células CD-4 num nível adequado.
COQUETEL DE DROGAS
Drauzio – Como os médicos trabalham na organização desse coquetel de medicamentos?
Ricardo Hayden – Esses medicamentos agem no ciclo do vírus, principalmente nas enzimas que permitem sua multiplicação dentro das células hospedeiras. Existem alguns cujo alvo é uma enzima primordial chamada transcriptase (inibidores da transcriptase), outros que atuam dentro ou fora da célula na enzima protease (inibidores da protease) e um terceiro grupo está sendo desenvolvido para atingir as integrases, enzimas que fazem o material genético do vírus integrar-se no material genético da célula.
Basicamente, o coquetel é composto de drogas que agem nas duas primeiras enzimas, que são fundamentais, e geralmente resulta da associação de 3 ou 4 drogas. Essa estratégia, que permite tratar o paciente por longos períodos, levou em conta experiências anteriores como as do tratamento da tuberculose, visando a impedir que o vírus adquira resistência aos remédios, um fenômeno frequente quando se contava apenas com o AZT para tratamento da AIDS. Essas drogas novas têm a vantagem, ainda, de permitir prescrever uma quantidade menor de comprimidos o que aumenta a adesão ao tratamento.
Drauzio – Os esquemas de tratamento anteriores eram muito complexos. Os doentes eram obrigados a tomar 18, 20 comprimidos por dia, em horários complicados. Alguns deviam ser tomados em jejum; outros, depois da alimentação. Isso causava transtornos às vezes difíceis de contornar, já que muitas dessas pessoas não tinham condição de assumir sua doença no trabalho, por exemplo. Em vista disso, a preocupação em facilitar a vida desses pacientes, diminuindo o número de comprimidos diários, ficou mais evidente, não é?
Ricardo Hayden – De fato, era muito complicado seguir o tratamento. O indivíduo precisava tomar vários comprimidos dissolvidos na água ou perto das refeições ou distante delas. Os primeiros eram tomados no café da manhã. Pouco tempo depois de chegar ao local de trabalho, porém, era necessário suspender as atividades para tomar mais alguns diluídos na água.
Atualmente, existem preparações de drogas que são mais fáceis de administrar. A didanosina, por exemplo, no início era apresentada em comprimidos enormes que os pacientes detestavam mastigar ou dissolver na água. Hoje, há uma didanosina de liberação entérica, ou DDIEC, que pode ser ministrada em dose única. Além dela, existem outros medicamentos para a AIDS que podem ser usados numa dose única diária. Todos visam à melhora da qualidade de vida desses pacientes.
Esses avanços tiveram impacto extremamente positivo na adesão ao tratamento, pois era comum grande parte dos medicamentos distribuídos pela rede pública ser desperdiçada, já que o portador do HIV não tomava os remédios direito por causa da dificuldade em distribuir sua ingestão ao longo do dia. A experiência no tratamento da hipertensão arterial já tinha apontado nesse sentido. O abandono da medicação era muito maior quando o hipertenso tinha de tomar três doses diárias em vez de uma só.
FUTURO PROMISSOR
Drauzio – Como você vê o futuro do tratamento contra a AIDS?
Ricardo Hayden – O futuro é essa busca incessante por novos fármacos cada vez mais fáceis de tomar, mais eficazes e com menos efeitos colaterais. Embora o avanço tenha sido enorme, a indústria farmacêutica ainda nos deve medicamentos com todas essas características. Espera-se também que, num futuro não muito distante, descubra-se uma vacina que ataque em duas frentes: na prevenção e no tratamento, visto que não basta prevenir a transmissão do vírus. É preciso criar vacinas, como as que existem para outras doenças, que estimulem a defesa do organismo, a imunidade desses pacientes.

Para ver a entrevista completa do Dr. Drauzio acesse: http://drauziovarella.com.br/sexualidade/tratamento-da-aids/